<10 de dez. de 2009

dia de palhaço!

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<6 de mai. de 2009

Mãe de peito e bolsa!

Pois é a nossa linda rainha vai estar no mini humanos no sábado, clique na figura e amplie. As bolsas dela são uma perdição! Acho que vou me dar de presente uma bolsinha dessas!
Quem quiser presentear a mãe, a sogra, a irmã ou a sim mesma dá um pulo lá.
Tá e vcs estão se perguntando: essa doida vê peitos em tudo... pois é... vejo mesmo, mas esse não é o caso. A Denise é uma super mãe, alem de fazer bolsas maravilhosas, ela teve o seu lindo principe herdeiro na casa de parto de Sapopemba e ele foi amamentado até longas datas.
Então não é uma boa dica? bolsas lindas feitas por uma mulher que não veio a esse mundo passeiar, as decisões soa dela. A dica é boa ou não é?
afff desculpem todo esse discursso, mas tenho visto muita gente tentando jogar a vida delas nas costas dos aventais brancos!

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<8 de mar. de 2008

31 anos

Bom dia 04 de Março foi meu aniversário.Queria muito agradecer a todos que me mandaram email, recado no Orkut, me ligaram ou mandaram torpedinhos.
Vocês não sabem como vcs me deixaram felizes, o quanto cada recadinho, lembrança, presente e alo foram importantes para mim
Muito obrigada mesmo.E feliz dia das mulheres para a gente

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<25 de jan. de 2008

Parabens para vc



Parabens a cidade que abriga tantas pessosas das maneiras mais diversas.
Este video eu achei na net, é uma fofura. Adoniran Barbosa mostra o Bixiga antigo para Elis Regina. Lindo

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<30 de dez. de 2007

2008



UM ANO NOVO NÃO TEM PECADO:É TÃO CRIANÇA…

VAMOS EMBALÁ-LO...

VAMOS TODOS CANTAR JUNTOS

A SEU BERÇO DE MÃOS DADAS,

A CANÇÃO DA ETERNA ESPERANÇA.

(Mário Quintana)


DESEJAMOS A TODOS

FELIZ 2008

Voltamos dia 05/01

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<23 de dez. de 2007

Natal




Canto de Natal
Manuel Bandeira


O nosso menino
Nasceu em Belém.
Nasceu tão-somente
Para querer bem.
Nasceu sobre as palhas
O nosso menino.
Mas a mãe sabia
Que ele era divino.
Vem para sofrer
A morte na cruz,
O nosso menino.
Seu nome é Jesus.
Por nós ele aceita
O humano destino:
Louvemos a glória
De Jesus menino.


Como assim Natal? Já?

Então acabou o ano, rapidinho

Meu fim de ano foi tão agitado que mal consegui ver as luzes de Natal

Quem sabe dia 26 levo Paola para ver o Papai Noel na Paulista

kkk

Bom...

è isso ai BOM NATAL A TODOS

Inté dia 26


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<19 de out. de 2007

Aniversário do Poetinha


Ai, quem me dera
Ai quem me dera, terminasse a espera
E retornasse o canto simples e sem fim..
.E ouvindo o canto se chorasse tanto
Que do mundo o pranto se estancasse enfim
Ai quem me dera percorrer estrelas
Ter nascido anjo e ver brotar a flor
Ai quem me dera uma manhã feliz
Ai quem me dera uma estação de amorAh!
Se as pessoas se tornassem boas
E cantassem loas e tivessem paz
E pelas ruas se abraçassem nuas
E duas a duas fossem ser casais
Ai quem me dera ao som de madrigais
Ver todo mundo para sempre afins
E a liberdade nunca ser demais
E não haver mais solidão ruim
Ai quem me dera ouvir o nunca mais
Dizer que a vida vai ser sempre assim
E finda a espera ouvir na primavera
Alguem chamar por mim...
inPoesia completa e prosa: "Cancioneiro"
Vinius de Moraes

Talvez precise casar 09 vezes para entender a exatidão dos sentimentos!!!

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http://blog.uncovering.org/archives/uploads/2006/061019_vinicius.jpg

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<7 de set. de 2007

7 de Setembro e

Poemas se comunicam


CANÇÃO DO EXÍLIO
Kennst du das Land, wo die Zitronen blühen,
Im dunklen Laub die Gold-Orangen glühen?
Kennst du es wohl?
ahin, dahin!
öcht ich... ziehn.
Conheces o país onde florescem as laranjeiras?
Ardem na escura fronde os frutos de ouro...
onhecê-lo? Para lá, para lá quisera eu ir!
Goethe (tradução de Manuel Bandeira)
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá;
As aves, que aqui gorjeiam,
Não gorjeiam como lá.
Nosso céu tem mais estrelas,
Nossas várzeas têm mais flores,
Nossos bosques têm mais vida,
Nossa vida mais amores.
Em cismar, sozinho, à noite,
Mais prazer encontro eu lá;
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá.
Minha terra tem primores
Que tais não encontro eu cá;
Em cismar
— sozinho, à noite —
Mais prazer encontro eu lá;
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá.
Não permita Deus que eu morra,
Sem que eu volte para lá;
Sem que desfrute os primores
Que não encontro por cá;
Sem qu'inda aviste as palmeiras,
Onde canta o Sabiá.
Coimbra, julho de 1843
Gonçalves Dias

Versão modernista

CANTO DO REGRESSO À PÁTRIA

Minha terra tem palmares
onde gorjeia o mar
Os passarinhos daqui
Não cantam como os de lá
Minha terra tem mais rosas
E quase que mais amores
Minha terra tem mais ouro
Minha terra tem mais terra
Ouro terra amor e rosas
Eu quero tudo de lá
Não permita Deus que eu morra
Sem que volte para lá
Não permita Deus que eu morra
Sem que volte pra São Paulo
Sem que veja a Rua 15
E o progresso de São Paulo
Oswaldo de Andrade


Bom... quem é leitor do meu blog sabe que sou louca por poesia, nao importa a sua forma e nem a sua época. Poesia para mim, é algo que me faz levitar e difundir.
Amanha é dia 07 de setembro, o dia "dito" da nossa independência, quando atingimos um grau de maturidade e viramos um Estado/ Nação. Uma nação essa com sua lingua, cultura e muita missigenação.
Sempre que penso na Independencia surge esse poema de Gonçalves Dias - Canção do Exílio, em minha mente. Feita por um portugues que enaltece nossa natureza. E em seguida surge, a "versão modernista de Oswald", ah, como amo os modernistas!!!!
Desta poesia de Gonçalves Dias, sairam muitas versões. Não coloquei todas para não cansar o leitor tb para me dar uma nova oportunidade de posta-las.
Bom pessoal é isso ai - deleitem-se com essas duas poesias MARAVILHOSAS!!!.
Que neste 7 setembro tenhamos a capacidade de nos reiventar, a nós e ao Brasil!!!!

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<27 de jul. de 2007

Parteiras bY Ana Cris


Parteiras fazem devagar.
Parteiras fazem com carinho.
Parteiras fazem em casa.
Parteiras fazem com jeitinho.
Parteiras cozinham.
Parteiras abraçam.
Parteiras beijam.
Parteiras choram junto.
Parteiras se derretem.
Parteiras sofrem junto.
Parteiras rule!!!!!!!!!!
(PS: e alguns médicos muito especiais também)
Ana Cris Duarte, amiga e quase uma parteira oficial


Essa é minha pequena homenagem a uma MULHER tão especial!!!
Ana Cris, nós da Matrice te adoramos!!!

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<13 de jul. de 2007

Sexta-Feira 13

Origem
A superstição que envolve a Sexta-feira 13 surgiu com os romanos. Não tinha nada de azarento, mas, com o tempo, alguns fatos ocorridos nesta data, ano após ano, marcaram este dia, transformando a Sexta-feira 13 em um momento onde as pessoas deveriam tomar mais cuidado.
"Essa crendice de azar na sexta-feira que cai num dia 13 é a mais popular ainda entre os cristãos.
Explica-se: Jesus Cristo foi crucificado numa sexta-feira e, na sua última ceia, havia 13 pessoas à mesa.
O que é Superstição ? A palavra superstição primitivamente significava "vidente ou profeta". As superstições surgem como explicação para os fatos que desconhecemos.



CRENÇAS

Mitologia nórdica.
Na primeira delas, conta-se que houve um banquete e 12 deuses foram convidados.
Loki, espírito do mal e da discórdia, apareceu sem ser chamado e armou uma briga que terminou com a morte de Balder, o favorito dos deuses. Daí veio a crendice de que convidar 13 pessoas para um jantar era desgraça na certa.
Segundo outra história, a deusa do amor e da beleza era Friga (que deu origem a friadagr, sexta-feira). Quando as tribos nórdicas e alemãs se converteram ao cristianismo, Friga foi transformada em bruxa. Como vingança, ela passou a se reunir todas as sextas com outras 11 bruxas e o demônio. Os 13 ficavam rogando pragas aos humanos.Há também suspeitas de que a crença venha de uma rixa entre o rei francês Filipe, o Belo, e a Ordem dos Templários.
EUROPA
Ainda no século 14, o monarca decidiu cobrar impostos da Igreja Católico. O papa Bonifácio VIII ficou indignado e o excomungou. Filipe tentou, então, entrar para a Ordem dos Templários. Assim, se reaproximaria novamente da Igreja. Mas não foi aceito. Por vingança, ordenou a prisão e tortura de 5 mil cavaleiros. Isto ocorreu em 13 de outubro de 1307.
Confira a história de alguns monstros clássicos" Guia dos Curiosos

Uma crença européia revela que nas "Sextas-feiras 13 as bruxas estão soltas". Segundo o folclorista Luís Câmara Cascudo, no Dicionário do Folclore Brasileiro, "o dia 13 é um número fatídico, pressagiador de infelicidades.

NA INDIA
Assim, na Índia o 13 é um número religioso muito apreciado; os pagodes hindus apresentam normalmente 13 estátuas de Buda.
Na China, não raro os dísticos místicos dos templos são encabeçados pelo número 13. Também os mexicanos primitivos consideravam o número 13 como algo santo; adoravam, por exemplo, 13 cabras sagradas.
Estados Unidos número 13 goza de estima, pois 13 eram os Estados que inicialmente constituíam a Federação norte-americana. Além disso, o lema latino da Federação, "E pluribus unum" (de muitos se faz um só), consta de 13 letras; a águia norte-americana está revestida de 13 penas em cada asa.

NUMEROLOGIA
O argumento dos otimistas se baseia no fato de que o 13 é um número afim ao 4 (1 + 3 = 4), sendo este símbolo de próspera sorte.
Vcs tem supertição? O que acham da sexta feira treze?
OBS: Já tive tres gatos pretos e eles dão uma bruta sorte.
Este gato da foto achei MARAVILHOSO!!!! Vcs não acharam?

textos
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files/76029236125368395/default/a_perjantai13paiva.jpg

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<29 de jun. de 2007

E acabaram as festas Juninas


Eu AMO as festas juninas. Gosto de tudo das comidas, das danças e principalmente da fogueira. Sempre amei ficar na fogueira ouvindo moda de viola.
Hoje, pelo menos aqui aqui em São Paulo, vemos muito forró nas festas juninas. Mas lá na minha terra nós ouviamos muita moda de viola e musica sertaneja. Gosto da música setaneja, não estas que ouvimos hoje em dia. Ai que saudades de Pena Branca e Xavantinho!!!
Para os curiosos de plantão um pouco de festa junina!!!

A origem da Festa Junina no Brasil e suas influências
Junho é o mês de São João, Santo Antônio e São Pedro. Por isso, as festas que acontecem em todo o mês de junho são chamadas de "Festa Joanina", especialmente em homenagem a São João. O nome joanina teve origem, segundo alguns historiadores, nos países europeus católicos no século IV.
Quando chegou ao Brasil foi modificado para junina. Trazida pelos portugueses, logo foi incorporada aos costumes dos povos indígenas e negros. A influência brasileira na tradição da festa pode ser percebida na alimentação, quando foram introduzidos o aipim (mandioca), milho, jenipapo, o leite de coco e também nos costumes, como o forró, o boi-bumbá, a quadrilha e o tambor-de-crioula. Mas não foi somente a influência brasileira que permaneceu nas comemorações juninas. Os franceses, por exemplo, acrescentaram à quadrilha, passos e marcações inspirados na dança da nobreza européia.
Já os fogos de artifício, que tanto embelezam a festa, foram trazidos pelos chineses. A dança-de-fitas, bastante comum no sul do Brasil, é originária de Portugal e da Espanha. Para os católicos, a fogueira, que é maior símbolo das comemorações juninas, tem suas raízes em um trato feito pelas primas Isabel e Maria. Para avisar Maria sobre o nascimento de São João Batista e assim ter seu auxílio após o parto, Isabel acendeu uma fogueira sobre o monte. No Nordeste do país, existe uma tradição que manda que os festeiros visitem em grupos todas as casas onde sejam bem-vindos levando alegria.
Os donos das casas, em contrapartida, mantêm uma mesa farta de bebidas e comidas típicas para servir os grupos. Os festeiros acreditam que o costume é uma maneira de integrar as pessoas da cidade. Essa tradição tem sido substituída por uma grande festa que reúne toda a comunidade em volta dos palcos onde prevalecem os estilos tradicionais e mecânicos do forró.
São Joao 24
Assim surgiu a Festa de São João Dizem que Santa Isabel era muito amiga de Nossa Senhora e, por isso, costumavam visitar-se. Uma tarde, Santa Isabel foi à casa de Nossa Senhora e aproveitou para contar-lhe que, dentro de algum tempo, iria nascer seu filho, que se chamaria João Batista. Nossa Senhora, então, perguntou-lhe:- Como poderei saber do nascimento do garoto?- Acenderei uma fogueira bem grande; assim você de longe poderá vê-la e saberá que Joãozinho nasceu. Mandarei, também, erguer um mastro, com uma boneca sobre ele. Santa Isabel cumpriu a promessa. Um dia, Nossa Senhora viu, ao longe, uma fumacinha e depois umas chamas bem vermelhas. Dirigiu-se para a casa de Isabel e encontrou o menino João Batista, que mais tarde seria um dos santos mais importantes da religião católica. Isso se deu no dia vinte e quatro de junho.Começou, assim, a ser festejado São João com mastro, e fogueira e outras coisas bonitas como: foguetes, balões, danças, etc… E, por falar nisso, também gostaria de contar porque existem essas bombas para alegrar os festejos de São João.

Pois bem, antes de São João nascer, seu pai, São Zacarias, andava muito triste, porque não tinha um filhinho para brincar. Certa vez, apareceu-lhe um anjo de asas coloridas, todo iluminado por uma luz misteriosa e anunciou que Zacarias ia ser pai. A sua alegria foi tão grande que Zacarias perdeu a voz, emudeceu até o filho nascer. No dia do nascimento, mostraram-lhe o menino e perguntaram como desejava que se chamasse. Zacarias fez grande esforço e, por fim, conseguiu dizer:- João! Desse instante em diante, Zacarias voltou a falar. Todos ficaram alegres e foi um barulhão enorme. Eram vivas para todos os lados. Lá estava o velho Zacarias, olhando, orgulhoso, o filhinho lindo que tinha… Foi então que inventaram as bombinhas de fazer barulho, tão apreciadas pelas crianças, durante os festejos juninos.

Santo Antônio - 13 de junho
Entre os santos que mais são comemorados durante as festas juninas, Santo Antônio é com certeza o que mais possui devotos espalhados pelo Brasil e também por Portugal.
Esse santo, que normalmente é representado carregando o menino Jesus em seus braços, ficou realmente conhecido como "casamenteiro"e é sempre o mais invocado para auxiliar moças solteiras a encontrarem seus noivos.Em vários lugares do Brasil, há moças que chegam a realizar verdadeiras maldades com a imagem de Santo Antônio a fim de agilizarem seus pedidos.
Não são raras as jovens que colocam a imagem do santo de cabeça para baixo e dizem que só o colocam novamente na posição correta se lhes arrumar um namorado. Também separam-no do menino Jesus e prometem devolvê-lo depois de alcançarem o pedido. Na madrugada do dia 13 são realizadas diversas simpatias com este intuito. Mas não é só o título de casamenteiro que Santo Antônio carrega. Ele também é conhecido por ajudar as pessoas a encontrarem objetos perdidos.Padre Vieira, um jesuíta, definiu assim Santo Antônio em um sermão que realizou no Maranhão em 1663:"Se vos adoece o filho, Santo Antônio; se requereis o despacho, Santo Antônio; se perdeis a menor miudez de vossa casa, Santo Antônio; e, talvez, se quereis os bens alheios, Santo Antônio", disse Padre Vieira.Na tradição brasileira, o devoto de Santo Antônio gosta de ter sua imagem pequena para poder carregá-la. Por esse e tantos outros motivos que ele é considerado o "santo do milagres".Ainda com a tradição que são realizadas duas espécies de reza e festa em homenagem a Santo Antônio. A primeira delas, chamada "os responsos, é realizada quando o santo é invocado para achar coisas perdidas e a segunda, designada "trezena", é a cerimônia dedicada ao santo do dia 1 ao dia 13 de junho, com cânticos, fogos, comes e bebes e uma fogueira com o formato de um quadrado.Ainda há um outro costume que é muito praticado pela Igreja e pelos fiéis. Todo o dia 13 de junho, as igrejas distribuem aos pobres e afortunados os famosos pãezinhos de Santo Antônio. A tradição diz que o pãezinhos deve ser guardado dentro de uma lata de mantimento, para a garantia de que não faltará comida durante todo o ano.
de junhoOutro santo muito comemorado no mês de junho é São João. Esse santo é o responsável pelo título de "santo festeiro", por isso, no dia 24 de junho, dia do seu nascimento, as festas são recheadas de muita dança, em especial o forró.
No Nordeste do País, existem muitas festas em homenagem a São João, que também é conhecido como protetor dos casados e enfermos, principalmente no que se refere a dores de cabeça e de garganta.Alguns símbolos são conhecidos por remeterem ao nascimento de São João, como a fogueira, o mastro, os fogos, a capelinha, a palha e o manjericão.Existe uma lenda que diz que os fogos de artifício soltados no dia 24 são "para acordar São João". A tradição acrescenta que ele adormece no seu dia, pois, se ficasse acordado vendo as fogueiras que são acesas em sua homenagem, não resistiria e desceria à terra.As fogueiras dedicadas a esse santo têm forma de uma pirâmide com a base arredondada.O levantamento do mastro de São João se dá no anoitecer da véspera do dia 24.

O mastro, composto por uma madeira resistente, roliça, uniforme e lisa, carrega uma bandeira que pode ter dois formatos, em triângulo com a imagem dos três santos, São João, Santo Antônio e São Pedro; ou em forma de caixa, com apenas a figura de São João do carneirinho. A bandeira é colocada no topo do mastro.O responsável pelo mastro, que é chamado de "capitão" deve, juntamente com o "alferes da bandeira", responsável pela mesma, sair da véspera do dia em direção ao local onde será levantado o mastro.Contra a tradição que a bandeira deve ser colocada por uma criança que lembre as feições do santo.O levantamento é acompanhado pelos devotos e por um padre que realiza as orações e benze o mastro.Uma outra tradição muito comum é a lavagem do santo, que é feita por seu padrinho, pessoa que está pagando por alguma graça alcançada.A lavagem geralmente é feita à meia-noite da véspera do dia 24 em um rio, riacho, lagoa ou córrego. O padrinho recebe da madrinha a imagem do santo e lava-o com uma cuia, caneca ou concha. Depois da lavagem , o padrinho entrega a imagem à madrinha que a seca com uma toalha de linho.Durante a lavagem é comum lavar os pés, rosto e mãos dos santos com o intuito de proteção, porém, diz a tradição que se alguma pessoa olhar a imagem de São João refletida na água iluminada pelas velas da procissão, não estará vivo para a procissão do ano seguinte.
São Pedro - 29 de junho

O guardião das portas do céu é também considerado o protetor das viúvas e dos pescadores. São Pedro foi um dos doze apóstolos e o dia 29 de junho foi dedicado a ele. Como o dia 29 também marca o encerramento das comemorações juninas, é nesse dia que há o roubo do mastro de São João, que só será devolvido no final de semana mais próximo. Mas como as comemorações juninas perduram alguns dias, as pessoas dizem que no dia de São Pedro já estão muito cansadas e não têm resistência para grandes folias, sendo os fogos e o pau-de-sebo as principais atrações da festa.

A fogueira de São Pedro tem forma triangular. Como São Pedro é cultuado como protetor das viúvas, são elas que organizam a festa desse dia, juntamente com os pescadores, que também fazem a sua homenagem a São Pedro realizando procissões marítimas.No dia 29 de junho todo homem que tiver Pedro ligado ao seu nome desse acender fogueiras nas portas de suas casas e, se alguém amarrar uma fita em uma pessoa de nome Pedro, este se vê na obrigação de dar um presente ou pagar uma bebida à pessoa que o amarrou.
Quadrilha

O pesquisador Mário de Andrade a define como "dança de salão, aos pares, de origem francesa, e que no Brasil passou a ser dançada também ao ar livre, nas festas do mês de junho, em louvor a São João, Santo Antônio e São Pedro. Os participantes obedecem às marcas ditadas por um organizador de dança. O acompanhante tradicional das quadrilhas é a sanfona" .





A DANÇA DA QUADRILHA:

A quadrilha é dançada em homenagem aos santos juninos ( Santo Antônio, São João e São Pedro ) e para agradecer as boas colheitas na roça. Tal festejo é importante pois o homem do campo é muito religioso, devoto e respeitoso a Deus. Dançar, comemorar e agradecer.Em quase todo o Brasil, a quadrilha é dançada por um número par de casais e a quantidade de participantes da dança é determinada pelo tamanho do espaço que se tem para dançar. A quadrilha é comandada por um marcador, que orienta os casais, usando palavras afrancesadas e portuguesas. Existem diversas marcações para uma quadrilha e, a cada ano, vão surgindo novos comandos, baseados nos acontecimentos nacionais e na criatividade dos grupos e marcadores.


texto

http://www.arteducacao.pro.br/Cultura/junina.htm

imagens

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http://www.turismosertanejo.com.br/imagensnoticias/fogueira.jpg

http://www.infonet.com.br/saojoao

http://www.recife.pe.gov.br/especiais

http://www.portalbaw.com.br/religiao/Pedro.jpg

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<1 de mai. de 2007

Mães da Praça de Maio



completam 30 anos de luta


As Mães da Praça de Maio completam nesta segunda-feira 30 anos de uma luta iniciada para encontrar seus filhos desaparecidos na violenta ditadura argentina (1976-83) e que prosseguiu na democracia, ao levar seus lenços brancos a todo o mundo como símbolo de resistência e demanda de justiça.

"A Praça de Maio tem uma força centrífuga. Esta luta nos deu uma dimensão que ninguém esperava, nem nós mesmas",

revelou Hebe de Bonafini, presidente da Associação das Mães da Praça de Maio, em entrevista durante a passeata semanal de número 1.562.


Muitos anos antes, em 30 de abril de 1977, quando se intensificava o terrorismo de Estado, 14 mulheres se reuniram na Praça de Maio para reclamar seus filhos desaparecidos, o que, com o tempo, seria encarado como ato de coragem fundacional da organização.
Essas donas-de-casa que deixaram suas cozinhas para empreender a busca de seus filhos não imaginavam então que o número de desaparecidos chegaria a 30 mil, segundo os organismos humanitários, nem desconfiavam do longo caminho que iniciavam.
"Nós acrescentamos um sentido à maternidade, a socializamos", explicou Bonafini, 79 anos, com dois filhos e uma nora desaparecidos.

Do simples ato de entregar uma carta ao Papa João Paulo II até abrir processos judiciais na Alemanha, França, Itália, Espanha, entre outros países europeus, as Mães da Praça atravessaram com seus lenços brancos fronteiras do mundo inteiro.

A iniciativa de se reunir na Praça de Maio para ser ouvida pelo ditador Jorge Videla, que ocupava a Casa Rosada (sede de governo) desde 24 de março de 1976, foi de Azucena Villafor De Vicenti, seqüestrada em 10 de dezembro de 1978 e jogada de um avião militar em alto-mar.
Seu corpo foi devolvido ao litoral pelas águas e foi enterrado sem identificação em um cemitério local, mas o relato de testemunhas permitiu que seus restos fossem exumados e identificados em 2005 e simbolicamente sepultados na mesma Praça de Maio.

O regime militar primeiro reagiu com surpresa, depois as chamou de 'as loucas da Praça de Maio', e, à medida que as concentrações foram se tornando mais numerosas, reprimiu e perseguiu as mulheres que cobriam as cabeças com lenços brancos.


De Vicenti e outras mães foram vítimas diretas do ex-capitão Alfredo Astiz, o Anjo Louro da Morte, que as identificou depois de se infiltrar na organização como o suposto irmão de um desaparecido. "Julgamento e castigo para todos os culpados'", gritavam as mãe então. Hoje elas clamam que "A fome é um crime" e reclamam "Distribuição da riqueza já" e mantêm uma universidade, uma rádio, uma biblioteca, além de promover a construção de moradias humildes, entre outros sonhos tornados


Neste domingo realizaram homenagens pela primeira vez os pais dos desaparecidos, e também foi realizado um espetáculo musical com a participação do cantor cubano Pablo Milanés e da argentina Teresa Parodi, entre outros artistas locais e estrangeiros. - As Mães são um dos grandes símbolos da humanidade. Para mim é uma honra estar aqui, disse Milanés. -


Agradecemos a todos os que nos acompanharam nestes anos.


Para nós, este é um dia de alegria e nos dá forças para continuar com nossa luta, afirmou a presidente das Mães da Praça de Maio Linha Fundadora, Nora Cortiñas.


Um outro setor em que as Mães se dividiram, dirigido por Hebe de Bonafini, realizará nesta segunda-feira sua própria cerimônia na Praça de Maio, onde terá outro festival de música e serão entregues distinções para colaboradores da entidade, entre outras atividades. De acordo com cálculos oficiais, 18 mil pessoas desapareceram durante a ditadura militar, apesar das organizações humanitárias e dos familiares afirmarem que o número de vítimas é de 30 mil pessoas.


Elas caçam seus mortos e nós caçamos as indenizações!!!!


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<19 de mar. de 2007

São José


"José é um personagem célebre do Novo Testamento da Bíblia por ser o pai legal de Jesus, o fundador do Cristianismo. Pela tradição e pelas Escrituras, nasceu em Belém (Judéia) da Judéia no século I a.E.C., era pertencente à tribo de Judá e descendente do rei Davi de Israel.
Segundo a tradição, José foi designado por Deus para se casar com a jovem Maria, mãe de Jesus, que era uma das consagradas do Templo de Jerusalém, e passou a morar com ela e sua família em Nazaré, uma localidade da Galileia. Segundo a Bíblia, era carpinteiro de profissão, ofício que teria ensinado seu filho.
Segundo a Bíblia, no Evangelho de Lucas, o Imperador Augusto, ordenou um recenseamento em todo o Império Romano, que na época incluia toda a região, e a jovem Maria e seu esposo José se dirigiram a Belém, por ser esta, terra de seu esposo. Nessa época, submetido ao Império Romano, reinava na Judéia Herodes o Grande, célebre pela crueldade....
O lugar que José ocupa no Novo Testamento é discreto: está totalmente em função de Cristo e não por si mesmo. José é um homem silencioso, e pouco aparece na Bíblia. Não se sabe a data aproximada de sua morte, mas ela é presumida como anterior ao início da vida pública de Jesus. Quando este tinha doze anos, de acordo com o Evangelho de Lucas (cap. 2), José ainda era vivo, sendo que em todos os anos a família ia anualmente a Jerusalém para a festa da Páscoa. Na Páscoa desse ano, "o menino Jesus permaneceu em Jerusalém sem que seus pais soubessem", os quais "passaram a procurá-lo entre os parentes e os conhecidos" e, por fim, o reencontraram no Templo da Cidade Santa "assentado entre os mestres, ouvindo-os e interrogando-os, os quais se admiravam de sua inteligência e de suas respostas". "Logo que seus pais o viram, ficaram maravilhados" e Maria, sua mãe, diz-lhe: "Teu pai e eu, aflitos, estamos à tua procura", sendo essa sua última referência a José estando vivo.
São José é um dos santos mais populares da Igreja Católica, tendo sido proclamado "protetor da Igreja universal"; por seu ofício, "padroeiro dos trabalhadores" e, pela fidelidade a sua esposa, como "padroeiro das famílias", sendo também padroeiro de muitas igrejas e lugares do mundo." Wikepédia


Hoje é dia de São José!!!
Bom não pensem que fiquei carola de um dia para outro. Fiquei sabendo no início da segunda aula no cursinho.
É que meu cursinho mudou para o antigo colégio São José que fica na rua da Glória, centro de São Paulo.
Ai como este colégio é lindo!!!! Vou tirar umas fotos e vou postar
Toda vez que ouço algo relacionado a São José, sempre me vem a mente uma música do Chico Buarque;

"Tinha cá pra mim
Que agora sim
Eu vivia enfim o grande amor
Mentira
Me atirei assim
De trampolim
Fui até o fim um amador
Passava um verão
A água e pão
Dava o meu quinhão pro grande amor
Mentira
Eu botava a mão
No fogo então
Com meu coração de fiador

Hoje eu tenho apenas uma pedra no meu peito
Exijo respeito, não sou mais um sonhador
Chego a mudar de calçada
Quando aparece uma flor
E dou risada do grande amor
Mentira

Fui muito fiel
Comprei anel
Botei no papel o grande amor
Mentira
Reservei hotel
Sarapatel
E lua-de-mel em Salvador
Fui rezar na Sé
Pra São José
Que eu levava fé no grande amor
Mentira
Fiz promessa até
Pra Oxumaré
De subir a pé o Redentor

Hoje eu tenho apenas uma pedra no meu peito
Exijo respeito, não sou mais um sonhador
Chego a mudar de calçada
Quando aparece uma flor
E dou risada do grande amor
Mentira"

OBS: Gentem ..... alguem sabe como eu posso por só musica no blosgpot? Não quero video
OBS2: A Bia já adiantou...no blog da Ana B. tem uma foto minha de cabelo curtíssimo...confiram




imagem
http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Guido_Reni_042.jpg
texto:
http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Jos%C3%A9

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<17 de fev. de 2007

Que a Vai Vai quebre tudo


Fomos até a ilha e já voltamos !!
Mas meu coração torce muito para a Vai Vai ....
"Eu sou bexiga quero ver quem me segura"
Amigo ... desculpa por não ter chegado a tempo na quinta.....ano que vem vai ser verde e rosa?
Daqui a pouco estamos de volta....se eu sobreviver....
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<2 de fev. de 2007

Yemanjá


Dia dois de fevereiro
Dia de festa no mar
Eu quero ser o primeiro
Pra salvar Yemanjá
Eu mandei um bilhete pra ela
Pedindo para ela me ajudar
Ela então me respondeu
Que eu tivesse paciência de esperar
O presente que eu mandei pra ela
De cravos e rosas vingou
Chegou, chegou, chegou
Afinal que o dia dela chegou...


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<19 de jan. de 2007

25 anos sem ELis

Eu jamais em toda a minha vida vou esquecer o dia que a Elis morreu. Em janeiro de 1982 eu já uma menina de quatro anos. Estava assistindo TV, era hora do almoço. Minha mãe tinha chegado para almoçar e estava com minha vó na cozinha.
A Globo fez um alarde...apareceu um moço na Tv dizendo que a Elis havia morrido, e em seguida uma foto.



Corri até a porta da cozinha e disse para minha mãe: A moça da corujinha morreu.
Para mim a Elis era simplesmente a moça que cantava a corujinha.

Lembro da minha mãe e da minha vó chorando. Na frente da TV.


Lógico que eu não sabia o que era morte e muito menos a extensão daquela morte. Descobiría a partir daquele dia que a Elis era muito mais que a moça que cantava a corujinha.

Passei minha infância, adolescência e fase adulta descobrindo e redescobrindo a Elis. Foram muitas músicas e videos que me acompanharam durante este tempo.

Hoje, estou às vesperas de me tornar mais uma balzaquiana, ainda sinto a Elis.

Além das inúmeras músicas cantadas, ainda nos deixou compositores revelados por ela. Assim como ELis, amo Bituca, Ivan Lins, João Bosco, Renato Teixeira, como tantos outros.

Outro dia li na folha on line um diretor da Globo que participou do especial da Globo, falando da morte dela. Oras nós sabemos que a Elis morreu de complicações com alcool e drogas. Falado e falado tantas vezes. Realmente foi uma pena. Também sabemos de seu genio fortissimo e de suas brigas Homéricas. Tudo é tão pequeno diante da Elis.... até sua morte.

Acho que a Elis hoje, é mais que uma pessoa, é um mito. Que se transformou após a sua morte

Então .... Viva A ELIS QUE NUNCA NOS ESQUEÇAMOS DELA!!!

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<29 de dez. de 2006

RECEITA DE ANO NOVO


por
Carlos Drummond de Andrade

Para você ganhar belíssimo Ano Novo
Cor de arco-íris, ou da cor da sua paz,
Ano Novo sem comparação com o tempo já vivido
(mal vivido talvez ou sem sentido)
Para você ganhar um ano
não apenas pintando de novo remendado às carreiras,
mas novo nas sementinhas do vir-a-ser, novo
até no coração das coisas menos percebidas
( a começar pelo seu interior)
novo espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,
mas com ele se passeia,
se ama, se compreende, se trabalha
você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,
não precisa expedir nem receber mensagens
(planta recebe mensagens? Passa telegrama?)
Não precisa
fazer lista de boas intenções
Para arquivá-las na gaveta.

Não precisa
chorar de arrependimento
Pelas besteiras consumadas
Nem parvamente acreditar
que por decreto da esperança
a partir de janeiro as coisas mudem
e seja tudo claridade, recompensa
justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
direitos respeitados, começando
pelo direito augusto de viver.

Para ganhar um ano-novo
que merecê-lo,
Tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil,
Mas tente, experimente, consciente.

É dentro de você que o Ano Novo
cochila e espera desde sempre
BOM ANO NOVO A TODOS
E NOS VEMOS EM 2007!!

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<28 de dez. de 2006

Especial sobre Elis Regina



tem participação de Maria Rita

KÁTIA NOGUEIRA DE MELLO
do Agora
Vai ao ar hoje, às 21h55 na Rede Globo, o especial "Por Toda Minha Vida", um "docudrama" que vai mostrar a trajetória da cantora Elis Regina. Misturando ficção, realidade e depoimentos de quem conviveu com a "Pimentinha", o especial homenageia a intérprete, cuja morte completa 25 anos em janeiro, com uma surpresa: Maria Rita faz uma participação cantando uma música "secreta" que foi sucesso na voz da mãe."Eu esperava o momento certo para cantar as canções da minha mãe. Tinha que ser mesmo em uma homenagem para ela, acho que já é uma boa hora. Mas não posso falar qual música é. Será surpresa", diz Maria Rita, que sempre evitou comparações com a mãe.
Mas a cantora aproveita para derrubar esperanças: "Não esperem que eu continue cantando essa música nos meus shows e em nenhuma outra ocasião, porque isso nao vai acontecer".
Além de Maria Rita, participarão dando depoimentos amigos, familiares e pessoas que acompanharam a cantora, como o compositor Nelson Motta, Gilberto Gil, Milton Nascimento e --mais uma surpresa-- Ercy Carvalho Costa, mãe de Elis.
As cenas sobre a Pimentinha vão abordar a primeira fase de sua vida, dos 12 aos 19 anos, onde Elis será representada pela atriz Bianca Comparatto, que fez Maria João em "Belíssima", e, na segunda fase, que vai dos 20 aos 36 anos, será vivida pela atriz Hermilla Guedes, protagonista do longa-metragem "O Céu de Suely", estreante na televisão."Foi uma responsabilidade imensa para uma estréia. Não é uma personagem que você dá forma,
Elis é um ídolo, é conhecida por todos, tem um jeito que eu tenho que reproduzir. Fiz 'fono' pra perder o sotaque, estudei os gestos, o jeito de dançar e de cantar. Foi difícil, mas estou feliz", diz Hermilla.
Bianca também sofreu. "Eu amo a Elis. Eu ia interpretar algumas canções, mas acabei dublando. Ela é melhor, né?", brinca.
25 anos O especial "Por Toda Minha Vida"
marca os 25 anos da morte de Elis Regina. A intérprete morreu aos 36 anos, em 19 de janeiro de 1982, supostamente por complicações que envolveram overdose de cocaína e abuso de álcool.Gaúcha de Porto Alegre, Elis começou a cantar aos 11 anos na rádio Farroupilha AM.
É a partir daí que o "docudrama" vai pontuar a vida da cantora, que em 1961 gravou seu primeiro disco, "Viva a Brotolândia".Em 1964, mudou para o Sudeste, vencendo, em 65, o primeiro Festival de Música Popular Brasileira com a música de Edu Lobo e Vinicius de Moraes, "Arrastão". A partir dessa apresentação, a carreira de Elis só cresceu.
Na década de 70, aprimorou sua voz, chegando ao auge com o espetáculo "Falso Brilhante", que depois virou disco.

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<24 de dez. de 2006

Conto de Natal ....



...por Vinicius de Moraes...
Velho amigo

Fui eu próprio levar o peru – o meu primeiro! – para a sala, onde me vivaram devidamente. Vieram todos ver, entre goladas de champanha e interjeições de fome. Era, na realidade, um lindo bicho, e podia-se quase sentir sua maciez através da crosta dourada que o forno trabalha em tempo rigorosamente proporcional ao peso. Uma beleza! Eu não cabia em mim de orgulho: muito mais do que se se tratasse de um poema ou uma canção. Meu primeiro peru – poxa! – e ainda mais para gourmets da categoria de Jorgito Chaves, Celso de Souza e Silva, Gilberto Bandeira de Melo, David Silveira da Mota, Geraldo Silos e Almeida Sales...
Isso no meu apartamento em Paris, no Natal de 1963.
Um pouco mais cedo, durante o cozimento da ave, meu parceiro Baden Powell sobreviera e ali mesmo, ao pé do fogão, balançara-me um samba também saidinho do forno; um sambão todo alegria, de bocarra aberta e braços para cima. Enquanto trançávamos entre a cozinha e a sala, dando as últimas providências, a letra foi saindo...

Formosa, não faz assim
Carinho não é ruim
Mulher que nega
Não sabe não...
Tem uma coisa de menos
No seu coração!

E assim foi ele cantado por todos os circunstantes, durante oito horas e dez garrafas do mais puro escocês. Quando, já madrugadinha, a casa serenou, Baden e eu nos sentamos com as nossas mulheres e nos deixamos a lembrar Natais passados. Foi quando ele, pondo-se sério, perguntou-me se eu não queria pôr letra numa canção que fizera para seu pai morto um Natal antes. Havia-se imposto o dever – disse-me – desse encontro musical com a morte do seu "velhinho". A canção era linda e nos emocionou a todos fundamente. Já agora o ambiente tinha mudado. A casa não era mais a hospedeira de uma alegria que partira, mas de uma saudade que tinha chegado: uma saudade doída, feita dessa indefinível angústia de meninice, quando cada sentimento é uma paixão e cada coisa que se passa, um acontecimento extraordinário. Peguei papel e lápis e, os olhos velados de lágrimas, comecei a tentar...

Neste dia de Natal
Em que já não estás comigo
Ó deixa-me chorar
Ao relembrar a valsa
De um Natal antigo...
Ao soar da velha hora
Eu te via, velho amigo,
Entrar bem devagar
Me beijar, e ir chorando embora...

...eu fechava os olhos, fingindo não o ver, enquanto ele se aproximava bem de mansinho e pendurava o grande pé de meia de filó vermelho, cheio de brinquedos, na cabeceira de minha cama, e empulhava no chão, por ordem de tamanho, os embrulhos entre os quais eu sabia estar – ah, prazer divino! – o Almanaque do Tico Tico com milhões de coisas a recortar e armar; e logo, o coração aos pulos, eu via através de uma frincha de olho seu rosto vir se agigantando sobre o meu, vir se agigantando, até uma incomensurável imagem, a imagem do amor paterno, o amor que gostaria de dar tudo sem poder: toma esse navio de verdade! toma esse trem de ferro da Central! toma essa ponte levadiça! toma esse automóvel de corrida! toma esse edificio! toma o que você quiser! – e depois deixar um beijo leve em minha face, um beijo como o pedido de perdão, de um pai que de seu só tinha o nome; e uma vez, esquecer também uma lágrima que lhe gotejou na carícia e ficou a tremular em minha pele como a incerta gota de orvalho sobre a folha nova, e da qual escorreu com a instantânea lentidão das coisas do Infinito, a morte das estrelas, o nascimento das galáxias, as viagens da luz...

Meu velho amigo
Por que foste embora...
Desde que tu partiste
O Natal é triste
Triste e sem aurora...

Naquela sala, em que a madrugada começava a filtrar, dois mortos de pé consideravam com espanto dois homens que não podiam cantar, de tal modo as lágrimas se lhes corriam, tão convulsivo se ia fazendo seu pranto de órfãos, de meninos sem Papai Noel. E mais surpresos se puseram ainda ao ver que nos abraçávamos todos, nós homens porque não tínhamos mais pai, nossas mulheres só de pensar que os poderiam perder um dia – e que conosco choravam a mesa, as cadeiras, as garrafas vazias e até os restos do peru de Natal, do qual repontavam ossos brancos. E tanto que, chocados, se foram retirando discretamente, a conversar em voz baixa – certamente sobre a frouxidão desses filhos modernos que nem sabem mais agüentar a tristeza e saudade específicas de uma noite de Natal.




12.1964

in Para uma menina com uma flor (crônicas)
in Poesia completa e prosa: "Para uma menina com uma flor"
Bom.... a Paola ama essa música....tem uma vesraão dela no DVD do Chico Buarque..o DVD dos saltimbancos. Foi a primeira música que ela tentou cantar junto.
Recentemente achei esse texto no site de Vivicius de Moares...e achei bem significativo.
POR ISSO VOU APROVEITAR O MÀXIMO MEU NATAL e GOSTARIA QUE VCS TB APROVEITASSEM!!!!
O meu desejo que todos tenham um natal de infância esse ano...
Bjos
Fabiola, Paola, Ri e Mitzu
A foto da Mitzu não entra...entâo o proximo post terá uma dela enorme
texto:
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<22 de dez. de 2006

Compras de Natal


Embora meu desejo mais íntimo fosse fugir das compras de Natal, não poderei realiza-lo
Hoje fui na rua 25 de Março comprar o presente da Paola, pasmem estava sus, vazio. Foi quase que ganhar na Sena.
A noite fomos no supermercado daqui de perto de casa. Comprar coisas para a Ceia.
Ai, um inferno de tanta gente, um calor (estava 28 graus às 23 horas) e muito produto
de qualidade duvidosa. E por serem preodutos de qualidade duvidosa o preço tambem era.
Sem contar o quanto as pessoas estão sem educação.
Uns atropelados os outros.
E naquela fila preferêncial um monte de grávida com cesarea marcada
e maes com várias mamadeiras engrossadas.
Eu ODEIO mercado, somando esse monte de pataquada, minha noite foi meio
atribulada, será que estou ficando muito xiita?
Mas como sempre existe uma alma caridosa, tinha uma mãe bem legal
na fila , que tb amamentava a filha, além de mim, lógico né?

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