<23 de mai. de 2017

a vida




" Afinal de contas, 
o amor sempre diz mais sobre 
quem o sente do que
 sobre a pessoa amada" 

(pg 145 ) Nicholas Sparks

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<27 de jan. de 2009

Em tempos de Oscar

Pois, é férias sempre proporciona ampliar um pouco os horizontes cinematográficos, pelo menos no meu caso. EU que estou sempre em um artigo e outro, as vezes respirar cultura "util" pode ser mais sociavel. Além dos filmes, neste último mês consegui ler três livros (que não de amamentação e de direito) e assistir alguns filmes que valem apena, coisa rara ultimamente

Menino de pijama listrado
A sinopse do filme vc pode conferir aqui . A primeira vista parece apenas, mais um filme que trata do assunto de judeus, nazismo e campos de concentração. Mas é apenas um ledo engano. Um filme sensível, que mostra a visão de um garotinho diante de um pai do auto escalão de Hitler. Até onde pode ir a ingenuidade de uma criança? Qual é o grau de compreensão de uma criança em uma situação como aquela? Até onde tudo isso pode ir? A simplicidade de duas crianças é surpreendente, como o final deste filme!



Ensaio sobre a cegueira
ok, ok é simplesmente chover no molhado. Livro absolutamente comentado, filme absolutamente comentado. Seja pelas exigências feitas por Saramago, seja pela forma tão delicada da intepretação da atriz principal. Altamente badalado o filme ele tem site e blog. Mas não esta concorrendo, lógico, ao Oscar. Nós assistimos mais há mais ou menos um mês, e ainda estou pensando no filme. O que mais me atraiu no filme foi sua luz altamente clara que nos cega ou nos abre os olhos, dependendo bem do seu olhar! Vale a pena assistir o filme, ler o livro, ler o blog, o site, e mergulhar neste filme. Filme de diretor brasileiro, atores de vários paises e cenas rodadas, tb, em vários paises. Mas não pensem que sairam impune depois de assistir este filme!


O Curioso Caso de Benjamin Button
Quando fomos assistir pensamos: "milhões de indicações ao Oscar o filme deve ser o máximo!". O filme não é ruim, mas é muito, muito comerciavel. Segue a mesma linha de Forrest Gump, pois o roteirista é o mesmo, confiram a sinopse aqui. Um filme mais "escuro" que o Forrest, mais sombrio, até. Mas bem fantisioso. Lógico que vale a pena pois O Brad Pitt, realmente é lindo! Quando terminou o filme nos olhamos e dissemos: Só isso?

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<6 de set. de 2008

Uma versão de: Elza e Fred

Quinta feira, dia 28 de agosto 2008, eu fui com a Fernanda (uma amiga) e nossas lindas tres meninas no SESC da Vila Mariana.
Na volta quando estava na rua Cubatão parada esperando para virar na rua Estela, um corsa sedam me acertou. Mas ao invés de parar ele ainda ele continuou andando. Para minha surpresa ele não parou. Riscou toda a lateral do carro dele.
Bom anotamos a placa e saimos correndo atras do carro. Quando paramos no próximo farol verificamos que era casal de velhinhos. Então abaixei o vidro e disse: Senhor: vamos fazer o BO! Eles nem me deixaram continuar e foram logo dizendo: Você bateu no meu carro, não vou fazer BO não!
Fui seguindo os dois até a Paulista. Ai desisti as crianças estavam com fome e voltamos para casa!
Depois fizemos Bo. Mas para não atrapalhar mais a vida deles, no BO eu não mencionei a fuga dos doces senhores. Sabe porque eu não mencionei? Pq é crime abandonar o lugar de acidente. Veja o artigo 305 do Código de Transito Nacional :
Art. 305. Afastar-se o condutor do veículo do local do acidente, para fugir à responsabilidade penal ou civil que lhe possa ser atribuída: Penas - detenção, de seis meses a um ano, ou multa.
E imaginei que um dia irei ficar velhinha e fazer tb as minhas atrapalhadas. Então imagine perder a carteira, depender de filhos, netos e afins. Achei por bem só fazer o BO e depois resolver isso!
Bom... com o BO aparece o chassi do carro e o nome do proprietário. Já sabemos o seu telefone, endereço e tudo mais. Sabemos que faz parte de um clube, escreveu um artigo no jornal da Vila Mariana. Não vou dizer o nome dele aqui, mas o R vai entrar em contato.
Vcs devem estar se perguntando o que tem a ver o título do post com a batida. Pois é :


CURIOSIDADE

Outro dia contando para a Renata e para a Denise, elas me disseram que parecia cena de um filme. A cena segundo elas era assim: Dois velhinhos foram jantar no restaurante muito caro. E na hora de pagar fugiram.
O filme é " Elza e Fred" , são dois velhinhos que se apaixonam ainda na terceira idade e fazem varias loucuras juntos! Eu não assisti, mas as meninas adoraram o filme. Então fica a dica!
OBS: ainda nao arrumei meu carro

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<23 de jul. de 2008

25 de julho!!



Pois bem, uma das séries mais assistidas em todos os tempos, o arquivo X esta com seu segundo longa.
Bom... eu assiti toda a série e o filme.... agora quero assistir o segundo filme....

Mais informações no site
http://www.arquivox2.com.br/

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<10 de jan. de 2008

A volta dos que foram

Bom 2008!!!!
Voltamos das férias e ainda estamos na correria
Paola de férias, mil coisas pipocando.
Mas enquanto estavamos na ilha eu assisti este filme
Já tinha tentando assistir antes, mas sempre no comecinho desistia.....
Mas na ilha assiti, o no final o filme até que é bonitinho.
Confiram!!!!

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<3 de dez. de 2007

Mais uma vez amor

Eu gosto muito de filme brasileiro.
Esta nova leva que veio depois de Carlota Joaquina, eu amo.

Este filme que estou indicando é antigo, de 2005. Mas é muito fofo.

Eu adoro filmes assim. ah a trilha é linda!!!

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<28 de nov. de 2006

Documentário ...

O Sol - caminhando contra o vento


30.09.2005
ODEON ENSOLARADO EM DIA CHUVOSO

Por Marcelo Salles - salles@fazendomedia.com

"As iniciativas mais interessantes estão nos pequenos espaços" (Eduardo Galeano)
O Rio de Janeiro pós-64 estava sob tortura. As liberdades civis foram aos poucos sendo cerceadas. A mídia comercial, sob censura, ia além e tratava de ser mais realista que o rei, criminalizando a resistência civil organizada. Os terroristas de ontem são os baderneiros de hoje para a lógica dominante. Prisões, seqüestros, julgamentos arbitrários. O povo fardado contra o povo sem farda. O povo jogado contra ele mesmo pela ditadura política orientada pela CIA e operada pela direita, a mesma que hoje se aninha no Congresso Nacional.
Foi nesse ambiente que nasceu O Sol, referência para o jornalismo alternativo (uns dizem até que foi o primeiro e único jornal alternativo diário). Idealizado pelo poeta Reynaldo Jardim e tendo como editora-chefe a jornalista Ana Arruda Callado, O Sol marcou época. Tanto pela criatividade de sua diagramação, feita por Reynaldo de modo que as matérias coubessem sempre num quarto de página para facilitar a leitura em ônibus e bondes, quanto pela linha editorial, calcada na irreverência e visão crítica da realidade, da qual jamais se distanciou até ser impedido de ir às bancas, em janeiro de 1968. A própria Ana Arruda, trinta e sete anos depois, dá a dimensão: "Quando as agências internacionais diziam que Che Guevara poderia estar morto, saímos com a manchete 'Che pode estar vivo'".
O documentário "O Sol, caminhando contra o vento" foi exibido no Maracanã dos cineastas, o Odeon BR, na quarta-feira dia 28. É verdade que o Espaço Unibanco já havia exibido o filme dois dias antes, mas o Odeon é sempre um espetáculo à parte. E a ocasião era solene: em meio ao público que lotou a sala estavam presentes a própria Ana Arruda Callado, editora-chefe do jornal, Reynaldo Jardim, idealizador do projeto, Tetê Moraes e Martha Alencar, realizadoras do documentário, além de Ziraldo, que também deixou seus depoimentos - e cartuns - gravados em O Sol.
O documentário centra a força nos depoimentos de ilustres leitores e colaboradores do jornal, tais como Gilberto Gil, Caetano Veloso, Chico Buarque, Zuenir Ventura, Carlos Lessa, Gilberto Braga, Vladimir Palmeira e José Dirceu. Este, a propósito, não se pôde ouvir em função das vaias que surgiram junto com sua imagem, seguidas de palmas em defesa do ex-ministro e um grito anônimo: "bando de manipulados pela mídia". Seja José Dirceu merecedor de palmas ou vaias, o fato é que figuras como o ditador Castelo Branco e Pedro Malan não despertaram qualquer reação da platéia.
Outros personagens ganham uma dimensão um pouco exagerada, como foi o caso do Ravengard do jornalismo, que nada tem a ver com os ideais por que lutaram os protagonistas do Sol ou nem sequer simpatiza com a esquerda atual, qualquer que seja ela. Mas isso não compromete os noventa minutos que passaram realmente voando, sendo que muitas seqüências foram aplaudidas, como as imagens e fotos da passeata dos cem mil ao som de "Pra não dizer que não falei de flores", de Geraldo Vandré.
Após a exibição do documentário, a tenda cultural montada em frente ao Odeon abrigou um debate com Ziraldo, Ana Arruda, Reynaldo Jardim, Tetê Moraes e Martha Medeiros. No final, o que marcou mesmo foi a intervenção de um jovem que, em tom professoral, sentenciou: "Vocês estão de parabéns por terem lutado tanto contra a ditadura. Graças a vocês temos hoje uma imprensa livre!". As respostas vieram meio sem graça, contornando a colocação do rapaz. Até que Ana Arruda pegou o microfone e, fazendo uso do inalienável direito à sinceridade, disse: "Imprensa livre onde cara-pálida? Hoje a imprensa é controlada pelo governo ou pelo mercado, o que para mim está longe de significar liberdade". O que ficou de muito bom tamanho para uma quarta-feira fria e escura.



Fiquei louca de vontade de ver...se alguém souber onde esta passando ou se esta disponível para alugar... me avisem

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